Processo seletivo Bio Jr. USP 2013

Você gostaria de participar da empresa júnior de biologia do IB-USP?

Inscrições on-line para o processo seletivo a partir de 19/Março, no link:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGFnZWFZcmYxNkwzZ0EweklCbjk3T1E6MQ#gid=0

Para maiores informações leia o Edital do Processo seletivo em:

Edital_do_Processo_Seletivo_2013

E prepare-se com o Manual do Candidato:

Manual_do_Candidato_2013

 

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Dilema de estagiário

Fazer carreira em uma empresa ou conhecer várias áreas?

Volta e meia, estagiários que conseguem uma vaga de emprego se deparam com um dilema: devo fazer carreira nesta empresa ou conhecer quantas áreas de atuação puder, para escolher de forma mais consciente o que irei fazer pelo resto da minha vida?

Para alguns, a pergunta pode parecer dramática demais, para outros, apenas uma questão corriqueira. Mas ela é séria! Isso porque, desde os tempos da faculdade, os profissionais direcionam suas carreiras, de forma consciente ou não.

Ao abrir vagas para recém-formados, as empresas costumam impor diversas condições: desejam experiência naquele ramo específico, de forma que muitos candidatos são cortados logo na triagem de currículos. Em outras palavras, a experiência obtida em estágios pode ser determinante.

A resposta para o dilema
A coordenadora de Recrutamento e Seleção do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Evelyn Lemos, afirma que não há uma resposta certa para o dilema. “Não tem o melhor a fazer e o pior. As pessoas têm objetivos diferentes”. Ela cita o exemplo de estudantes que já entram na faculdade sabendo muito bem o que querem.

“Por exemplo, um aluno de engenharia de produção pode seguir tanto a área financeira quanto a industrial. Supondo que alguém da família já trabalhe na área industrial, de forma que ele a conhece bem, fica mais fácil escolher o que fazer e dar um foco à carreira”.

Mas como nem sempre os jovens sabem o que querem, vale a dica: se tiver a oportunidade de passar por diversos departamentos da empresa, aproveite. “O estágio é uma forma de o estudante lapidar o talento dentro dele. Cada empresa que ele passar deve agregar conhecimento. Desta maneira, é válido descartar as empresas que não dão muita chance de aprendizado, não oferecem novos desafios com frequência e não dão a chance de inserção em projetos diferentes”.

É importante lembrar também que o estágio não é a única fonte de conhecimento para o aluno. A própria faculdade oferece uma série de atividades que propiciam o contato com o mercado de trabalho, como os laboratórios experimentais, as empresas juniores, as semanas voltadas para a profissão (Semana da Engenharia e Semana da Administração, etc.) e palestras com pessoas da área.

O que se deve alcançar com o estágio?

O importante mesmo é fazer estágio em um lugar que goste, onde as atividades desenvolvidas tenham a ver com você, com o que gosta, e o mais importante: em uma empresa onde suas competências e talentos possam ser desenvolvidos. Desta maneira, fica mais fácil decidir o que fazer depois de formado.

Se, por acaso, você conseguiu um estágio, mas não está gostando do que faz, antes de se demitir, dê uma chance à empresa e converse com seu chefe. Conte, de forma sincera, que sua atuação não corresponde com suas expectativas e sonhos. De repente, ele pode te transferir para outra área ou até mesmo indicá-lo a um parceiro ou fornecedor.

Quando é hora de sair? “Quando o trabalho não der mais o friozinho na barriga que dava antes, quando o estágio se torna rotineiro e tedioso, quando sentir que a empresa não está agregando mais”, finaliza Evelyn.

 

Fonte: Empreendedor

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Depoimento: Mitigação da 15ª STBio

O levantamento de dados em campo para a mitigação da 15ª Semana Temática da Biologia (STBio) ocorreu em um sítio em Atibaia, próximo a divisa da cidade Campo Limpo Paulista. Foram feitos levantamentos sobre a fitofisionomia local, coordenadas geográficas, declividade do terreno, anotações sobre uso do solo, altitude e tomada de fotos.

Com esses dados, conseguimos criar um mapa temático com programas de SIG sobre uso do solo (áreas construídas, áreas de lazer, barreiras – postes, muros ou grades – e as vias de acesso). Além dos corpos d’água (representados na cor azul) e áreas potenciais para mitigação dos Gases do Efeito Estufa (representadas na cor amarela) que estão fora de Áreas de Proteção Permanente ou APP (representadas na cor verde) também delimitadas nesse sítio.

A caracterização das APP foi feita com base na legislação vigente e a análise de campo revelou a existência de uma represa artificial, um pequeno córrego decorrente da represa com seu afluente e uma nascente, de onde se retira água para consumo humano. Com a delimitação dessa massa d’água, foi possível estabelecer os buffers que representam os limites da APP da propriedade.

Os próximos passos serão a escolha do melhor local para o plantio das mudas utilizando-se de critérios como: proximidade com outros fragmentos, necessidade de manejo da área antes do plantio, plano de uso do solo do proprietário, entre outros. Em seguida, serão escolhidas as mudas de espécies nativas que mais se adequem à área. Essas mudas já foram triadas pelo Grupo de Estudos de Mitigação de Gases do Efeito Estufa da Bio Jr. USP através de um banco de dados mais aprofundado baseado em levantamentos de informações secundárias sobre flora e fitossociologia da região. Por fim, haverá a viagem em Janeiro para o plantio e marcação dessas mudas na qual todos estão convidados.

Edegar Bernardes
Associado da Diretoria de Projetos da empresa júnior Bio Jr. USP
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Empreendedor universitário: faça a diferença!

 

Fonte: www.endeavor.org.br

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Empresa júnior: um ótimo ambiente para se desenvolver

O Brasil é atualmente uma das nações com maior número de empresas juniores (EJ) do mundo. No total, existem aproximadamente 1,2 mil instituições do tipo, espalhadas em todos os estados do País, segundo dados da Confederação Brasileira de Empresas Juniores – Brasil Júnior. Considerada um local de aprendizagem, a empresa júnior é também um ambiente propício para o desenvolvimento da liderança e empreendedorismo. Não por acaso, muitos empresários que hoje se destacam pelo lançamento de ideias e conceitos inovadores têm em comum a passagem por empresas juniores.

Segundo Carlos Nepomuceno, presidente da Brasil Junior, isso acontece devido às maiores chances de crescimento e autonomia dentro destas organizações. “A experiência de gestão é um diferencial muito grande, pois não é algo que você vai conseguir rápido no mercado. A empresa júnior oferece um escopo muito amplo e a oportunidade de ter cargos e responsabilidades sobre projetos muito grandes, que normalmente não se teria tão cedo”, diz.

Foi o que aconteceu com Ana Astí, que durante a faculdade de Administração de Empresas no Ibmec/RJ trabalhou numa empresa júnior, chegando ao cargo de gerente de projetos. Hoje, aos 32 anos, ela é proprietária da empresa Parceria Social – que presta consultoria na área de comércio justo – e diretora da World Fair Trade Organization (WFTO) na América Latina. Segundo a empresária, o desejo de ter o próprio negócio já existia antes da faculdade, mas foi consolidado com a experiência. “Atuar numa empresa júnior faz toda a diferença para a formação do perfil empreendedor, já que inclui muito mais responsabilidades e comprometimento do que um estágio”, reflete.

Além do espírito empreendedor, a participação em uma empresa júnior fez com que Ana desenvolvesse também o gosto pela inovação, o que a fez investir numa área até então inexplorada no Brasil. Oficialmente fundada em 2008, a Parceria Social é a primeira empresa brasileira de consultoria que atua na consolidação do comércio justo e solidário no País. Incubada no Instituto Genesis, na PUC-Rio, a organização oferece apoio à certificação, implementação de projetos de cadeias produtivas, cursos e capacitações, design gráfico e organização de eventos na área. Alguns dos projetos desenvolvidos incluem a criação e aplicação da metodologia de diagnóstico e plano de negócios em comércio justo para o Sebrae, a formatação da fábrica de comércio justo de produção de óleo de andiroba da Cooperativa da Ilha de Marajó (Coopemaflima) para a Fundação L’Occitane e a certificação em organização de comércio justo da rede de franquias MegaMatte, com foco na cadeia produtiva da erva-mate orgânica.

De acordo com Nepomuceno, as empresas juniores estimulam ainda o trabalho em equipe e o cumprimento de prazos e metas, priorizando valores como ética, profissionalismo e inovação. “O espírito empreendedor é desenvolvido de uma forma que, independente do caminho que esses universitários sigam posteriormente, eles levarão um apoio diferenciado e inovador ao mercado.” Segundo Ana, o empresário júnior sabe que não basta a força interna que ele carrega para vencer os desafios, é preciso também de planejamento e ferramentas concretas de gestão e captação de recursos.

Os empresários pós-juniores tendem a trazer a cultura do movimento para dentro de seus negócios, segundo Nepomuceno, já que aprendem a trabalhar em busca dos resultados e da excelência no que fazem. “O estudante fica mais habilitado a enfrentar desafios e tem maiores chances de se tornar bem-sucedido, com capacidade de aplicar os conhecimentos aprendidos em qualquer área de atuação”, explica.

É o caso do empresário Samuel Pinheiro, que busca aplicar em seu negócio todos os princípios de organização e planejamento que aprendeu nos tempos em que cursava Economia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). “Atuei numa empresa júnior no setor administrativo-financeiro durante um semestre e meio e, neste período, compreendi a importância de manter os processos funcionando, porém com custos baixos, e tento aplicar essa estratégia hoje na minha empresa”, diz ele, que é fundador da Petrocenter, rede de escolas de qualificação profissional especializada nas áreas de petróleo e gás.

Quando abriu a empresa, Pinheiro tinha apenas 22 anos e já havia inaugurado anteriormente uma franquia de idiomas. Decidido a crescer ainda mais, ele resolveu investir num nicho em crescente expansão por conta da descoberta das bacias de petróleo no País e das pesquisas referentes ao pré-sal, que demandam cada vez mais mão de obra qualificada. “Sem dúvida, a minha experiência na empresa júnior me aproximou do mercado logo cedo e facilitou o desenvolvimento de minhas habilidades para gerir um novo empreendimento”, avalia.

Hoje, aos 25 anos, Pinheiro comemora os bons resultados da Petrocenter, que atualmente conta com quatro unidades em funcionamento e três em fase de implantação através do sistema de franquias. “Trabalhar numa empresa júnior me ajudou no que diz respeito à organização. Essa característica fez toda a diferença para que entrássemos no mercado de franchising e foi determinante para facilitar a padronização dos processos que temos atualmente”, afirma. Até o final do ano que vem, o empresário planeja ter 50 franquias em operação em todo o Brasil, sobretudo nas áreas com maior desenvolvimento da indústria petrolífera, como Rio de Janeiro, Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Conceito

Segundo o Conceito Nacional de Empresa Júnior estabelecido pela Brasil Júnior, “empresa júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados”.

Na prática, trata-se de uma empresa que presta consultoria empresarial e que deve proporcionar aos estudantes a aplicação prática de conhecimentos teóricos, além de desenvolver habilidades críticas, analíticas e empreendedoras. Por ser uma instituição sem fins lucrativos, a empresa júnior não pode captar recursos financeiros e nem realizar aplicações com fins de acúmulo de capital. “Todo o lucro obtido pela EJ não pode ser distribuído, mas sim reinvestido em treinamento, equipamentos e melhorias internas”, esclarece Carlos Nepomuceno.

No Brasil e no mundo

- O conceito de empresa júnior surgiu na França, em 1967, na Essec – L’Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris;
- No Brasil, a primeira EJ foi fundada em São Paulo no final da década de 1980;
- São 1,2 mil empresas juniores no País hoje, distribuídas por todos os estados brasileiros;
- Destas, 166 são afiliadas à Confederação Brasileira de Empresas Juniores – Brasil Júnior;
- Em 2010, o PIB Júnior foi de R$ 8 milhões, considerando-se apenas as instituições ligadas à Brasil Júnior;
- A maioria está concentrada nas regiões Sul e Sudeste, especialmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;
- 50% das EJs são da área de Humanas, sobretudo Administração de Empresas, Economia e Contabilidade;
- Aproximadamente 30% são da área de Exatas, ligadas principalmente às diversas áreas de Engenharia;
- Menos de 10% são da área de Biológicas, sobretudo Nutrição;
- 10% correspondem a EJs multidisciplinares, comuns principalmente em instituições privadas;
- 85% das EJs estão vinculadas a universidades públicas federais ou estaduais.

Contatos

Brasil Júnior: www.brasiljunior.org.br
Parceria Social: www.parceriasocial.com.br
Petrocenter: www.petrocenterbrasil.com.br

Fonte: Empreendedor

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DE ELEIÇÕES DA Bio Jr. USP

Segue o edital para Eleições da Bio Jr. USP para processo eleitoral da Gestão 2013.

EDITAL DE CONVOCAçÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DE ELEIçÕES DA Bio Jr. USP

A eleição ocorrerá no dia 12/12/2012 às 18h.

Local: Audtório 1 do Centro DIdático – IB/USP.

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Quanto vale o ambiente?

O Brasil ainda engatinha quando se trata de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)

Parece ponto pacífico que: se a sociedade como um todo se beneficia da conservação do ambiente ou dos serviços ambientais, é a sociedade quem deve pagar pelo serviço, não o agricultor. Esse ponto ainda está obscuro em toda discussão do Código Florestal brasileiro, uma vez que o ônus parece que recairá nos produtores rurais. Por exemplo: quem pagará pela recomposição da reserva florestal e matas ciliares que foram legalmente cortadas?  Isto não está certo.

Olhemos para um exemplo ocorrido recentemente na Holanda. A atividade agrícola estava reduzindo o número de ninhos de pássaros numa determinada área. Ao invés de gritos pela imprensa, denúncias pela TV ou gritos de “veta Dilma”, os técnicos do governo, universidades e ONGs se reuniram com os agricultores para achar uma solução. A solução acordada resultou em perda de produção e, portanto, de renda. Foi estabelecido um consórcio, com a participação de todos interessados. Os agricultores se engajaram na resolução do problema, reduzindo a atividade. Em contrapartida, recebem um valor em euros como compensação pela perda de produtividade resultante da preservação. Evidentemente isso precisa ser fiscalizado, ou seja, as regras estão sendo cumpridas? A estratégia tem resultados positivos? Mas, quem fica encarregado do controle? O próprio consórcio, através de técnicos contratados, além de voluntários e os próprios agricultores. E agora o principal: quem paga por tudo isso? Quem se beneficia é a sociedade como um todo, assim o governo assume a conta. Alguém pode imaginar como isso seria resolvido se acontecesse no Brasil?

Apesar do número de interessados no assunto ambiente, o Brasil ainda engatinha quando se trata de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Ou seja, vamos preservar, sou amigo do ambiente, desde que outro pague a conta. Há algumas iniciativas estaduais e apenas uma em nível federal. Mas o PSA em si fica fora, com exceção do Estado de São Paulo, onde o pagamento por serviços ambientais é um dos instrumentos de ação da Política Estadual de Mudanças Climáticas, de 2009. No conjunto de ações previstas aparece o Projeto Mina d’Água, lançado em 2011, que prevê uma compensação no caso de preservação de nascentes consideradas importantes para o abastecimento público. Note que não se fala em agricultura ou produção de alimentos. Assim, isso ainda está muito, muito longe de compensação por renda cessante, o que vai ocorrer daqui por diante. Qual o valor previsto? De R$ 75,00 a R$ 300,00 que cada agricultor poderia receber por mina por ano. Agora, um pouco de aritmética. Se para cada mina for necessário preservar perto de 1 ha, o valor pode ser menor que o arrendamento de 1 ha de pasto degradado. Minha gente, quanto vale o ambiente, menos que um pasto degradado?

É necessário mais seriedade no trato de assuntos importantes. Necessário é preservar o ambiente, necessário é preservar o agricultor. Para isso há necessidade de se regulamentar o PSA em todas as regiões brasileiras, estabelecendo-se valores razoáveis, que remunerem minimamente mais esse serviço a ser prestado pela agricultura.

Ciro Antonio Rosolem é professor titular da Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Botucatu, membro do Conselho Científico para Agricultura Sustentável – CCAS.

Fonte: Empreendedor

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Desenvolvimento sustentável e inovação: o desafio

Não por acaso estratégias para a sustentabilidade se tornam cada vez mais uma condição para a competitividade de empresas globais.

Cerca de sete bilhões de pessoas habitam o planeta. Uma população como essa em busca de melhor qualidade de vida equivale ao consumo cada vez maior de produtos, ao uso de recursos naturais como energia, água e matérias-primas renováveis e não renováveis.

Haverá recursos para todos? E quanto aos impactos negativos ao meio ambiente? Não por acaso estratégias para a sustentabilidade se tornam cada vez mais uma condição para a competitividade de empresas globais. A indústria localizada no Brasil não foge à regra.

Desafiada pelas mudanças no sistema regulatório do País, que atribui às empresas responsabilidade sobre o impacto ambiental e social de suas atividades e produtos, a indústria automobilística brasileira tem encontrado respostas inovadoras em curto e médio prazo. São exemplos o aprimoramento e o desenvolvimento de carros elétricos e híbridos, além de tecnologias para a aplicação de novos materiais e para o uso eficiente de combustíveis alternativos ao petróleo.

Mas, aqui, como em qualquer outro lugar do mundo, ainda dependemos de recursos naturais não renováveis na maioria de nossas operações industriais. Acredito que, em longo prazo, a busca contínua da sustentabilidade na fabricação e uso de veículos automotores é questão de sobrevivência para o setor.

Trata-se de uma tarefa que vai requer inovação como nunca antes, se considerarmos a escassez de materiais, as mudanças climáticas e na biodiversidade, e, sobretudo, a qualidade de vida no planeta. Esse pode ser o maior desafio para os fabricantes de veículos: manter a competitividade em cenários de alto risco, desfavoráveis à redução de custos que tanto perseguimos. Mas não será o único.

Apesar dos avanços alcançados, como a redução das emissões de poluentes, temos um longo caminho a percorrer. Em seu primeiro volume da série de estudos “Sustentabilidade no Setor Automotivo”, lançado este ano, o Instituto Ethos reafirma que os desafios da indústria nessa matéria são tão abrangentes quanto é a própria sustentabilidade, no sentido mais holístico da palavra. E eles começam na cadeia de fornecimento (fornecedores e subfornecedores até a extração da matéria-prima) e de biocombustíveis.

Assim, os materiais renováveis, a eficiência energética, a redução dos resíduos e as tecnologias são mais do que relevantes nos processos produtivos e na conservação dos recursos naturais ainda disponíveis.

Nelson Branco é diretor do comitê de Sustentabilidade do Congresso SAE BRASIL 2012.

 

Fonte: Empreendedor

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Áreas urbanas e emissões de gases do efeito estufa

Selo LEED

Mais da metade da população mundial mora, atualmente, em áreas urbanas, ocupando apenas 2% da massa territorial do planeta e sendo responsável por cerca de dois terços das emissões globais de gases do efeito estufa. A informação foi dada por Tim Cole, presidente do Comitê Executivo do USGBC – Conselho de Construção Sustentável dos EUA, durante a terceira edição daGreenbuilding Brasil Conferência & Expo, que acontece em São Paulo entre 11 e 13/09, para explicar à plateia por que é tão importante que a sociedade incorpore a filosofia das edificações sustentáveis. “A construção civil é responsável hoje por 47% dasemissões do planeta, 80% do uso de recursos naturais e dois terços do consumo de energia. É por esse setor que devemos começar as mudanças rumo a um mundo mais sustentável“, disse.

De acordo com o especialista, um empreendimento com certificação Leed - selo verde de maior reconhecimento internacional no setor da construção civil, concedido pelo USGBC:
- gasta 30% menos energia;
- utiliza de 35 a 50% menos água;
- diminui as emissões de gases causadores do efeito estufa em até 50% e
- reduz de 50 a 90% a produção de resíduos.

“Atualmente, há mais de 33 mil empreendimentos ao redor do mundo com certificação Leed de construção sustentável. Já imaginou os benefícios que teríamos se todas as edificações do planeta começassem a se preocupar com a questão da sustentabilidade?”, questionou Cole.

A SITUAÇÃO VERDE E AMARELA
O Brasil não está “mal na fita” quando o assunto são as construções sustentáveis. O país ocupa o quarto lugar no ranking das nações que possuem o maior número de edificações em processo de certificação Leed, com 524 empreendimentos, atrás apenas dos EUA, China e Emirados Árabes. Além disso, 65 construções nacionais já possuem o selo verde. Entre elas, o prédio da Editora Abril, localizado na Marginal Pinheiros, em São Paulo. (Saiba mais emEdifício do Grupo Abril recebe certificação LEED)

E mais: segundo Tim Cole, dez dos 12 estádios-sede da Copa do Mundo de 2014 estão em processo de certificação Leed, dando ao Brasil a oportunidade de realizar o evento esportivo mais verde da história do planeta, na opinião do especialista.

“Essa é a hora do Brasil na construção sustentável. Arregacem as mangas e se consolidem no setor, mas sem esquecer que a sustentabilidade não é um produto e sim uma filosofia que deve ser incorporada na cultura do país e no coração de cada cidadão”, recomendou Cole. “Quando vamos ao supermercado, queremos saber todos os ingredientes de um produto que compramos e quais efeitos ele terá no nosso organismo. Devemos fazer o mesmo em relação às edificações. Elas interferem muito mais na nossa saúde e bem-estar do que podemos imaginar”, concluiu o especialista.

 

Fonte: Planeta Sustentável.

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Sexta é dia de festa… sustentável?

Você já pensou em se divertir e ao mesmo tempo ajudar o meio ambiente?

Pois a ECOfever já chegou até nas baladas do mundo. Algumas casas noturnas já estão mudando seus projetos de arquitetura e incluindo ideias sustentáveis!

Aqui no Brasil, em São Paulo existe a “Eco House“, uma casa de eventos certificada pelo AQUA (Alta qualidade ambiental). A Eco House possui o “Sustainable Dance Floor” que é um piso feto com placas que acumulam energia conforme as pessoas dançam. As águas das chuvas são armazenadas em cisternas e tratadas para irrigação dos jardins e uso no banheiro, além de iluminação natural, lâmpadas de LED, entre outros.

Na Flórida, a “Greenhouse” recebeu o certificado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Com uma filial em Nova York, o local possui paredes, o bar e as bancadas de materiais recicláveis. A eletricidade vem da energia eólica e a iluminação é toda feita por lâmpadas de LED. A maior parte do menu de drinques é formada por bebidas orgânicas.

Uma casa noturna, chamada “Tresor“, em Berlim, promove uma festa em que é calculado o valor das emissões de carbono durante a festa e depois encaminham uma doação a um projeto ambiental que represente uma economia equivalente à quantidade de carbono emitida pela festa.

Vamos nos divertir sustentavelmente!

 

Fonte:

Catraca livre

 

 

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